Em um dia como outros, quando não se quer nem pensar em levantar da cama pela visita da querida gripe, resolvi ir ao médico para não dar à ela a mínima chance de ficar comigo por muito mais tempo. Chegando lá, além das dores no corpo, de cabeça e congestão nasal ainda fiquei muito contente ao ver que tinham muitas pessoas assim como eu, ou seja, estava lotado. Respirei, contei até dez e me sentei esperando o atendimento. Ao longo dos minutos de espera, resolvi ir ao banheiro dar uma lavada no rosto.
Ao entrar, deparei- me com uma senhora que, após alguns segundos, olhou para mim e começou a puxar conversa. Olhei bem para ela e fiquei feliz ao ver como ela agia, falava, me contava da sua rotina de trabalho na limpeza do hospital. Ela sorria, resmungava pela conduta de algumas pessoas e torcia o pano de limpeza.Aquela mulher nunca havia me visto e me contava sobre a sua vida, sobre os seus problemas, como se fôssemos amigas de infância. Era simples, humilde, forte, humana. Não era daquelas pessoas que gostam de erguer a ponta de seus generosos narizes e acreditam ser melhor que os demais.Era ela, ela mesma e isso bastava. E ao final de minutos de conversa, despedi-me, vi um sorriso e um "tchau minha filha". Até uma nova mãe eu acabara de ganhar.
Ao entrar, deparei- me com uma senhora que, após alguns segundos, olhou para mim e começou a puxar conversa. Olhei bem para ela e fiquei feliz ao ver como ela agia, falava, me contava da sua rotina de trabalho na limpeza do hospital. Ela sorria, resmungava pela conduta de algumas pessoas e torcia o pano de limpeza.Aquela mulher nunca havia me visto e me contava sobre a sua vida, sobre os seus problemas, como se fôssemos amigas de infância. Era simples, humilde, forte, humana. Não era daquelas pessoas que gostam de erguer a ponta de seus generosos narizes e acreditam ser melhor que os demais.Era ela, ela mesma e isso bastava. E ao final de minutos de conversa, despedi-me, vi um sorriso e um "tchau minha filha". Até uma nova mãe eu acabara de ganhar.
